O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, revelou, quinta-feira, em Londres, capital do Reino Unido, durante a conferência de investimento “Angola: Petróleo, Gás e Recursos Minerais”, que o sector vai assinalar o marco da sua estratégia de promoção de benefícios locais e valor acrescentado com a inauguração da primeira refinaria de ouro no final deste ano.
O governante destacou que “a indústria diamantífera está a expandir a sua capacidade de corte e polimento, passando de apenas uma fábrica em 2017 para 10 actualmente, o que “reforça o compromisso com a transformação local”.
“Angola está a consolidar a sua condição de hub para pedras ornamentais, criando mais oportunidades de emprego, porque a nossa ambição de longo prazo é clara: transformar gás em fertilizantes, expandir o corte de diamantes e a fabricação de jóias, desenvolver a indústria intermédia de processamento mineral e construir uma mudança de valor industrial totalmente integrada”, justificou.
Em nota enviada à imprensa Diamantino Azevedo sustentou que assim o país está a transformar os recursos em desenvolvimento estrutural, sublinhando que Angola não se posiciona apenas como um produtor de energia, mas também como futuro abastecedor de minerais críticos para a indústria.
O ministro argumentou referindo não se tratarem de projectos isolados, mas que fazem parte de uma estratégia de industrialização coerente, visando ligar a energia à agricultura e à segurança alimentar.
O embaixador de Angola no Reino Unido e Irlanda, José Patrício, destacou, por seu lado, que o acontecimento ocorre num momento crucial para Angola, à medida que o país continua a reforçar a sua posição como um dos destinos de investimento.








